A dança do sono...

O sono baila airosamente.
Débil, quase um pressentimento.
Rascunhos de saudade
emergem da solidão,
e bocejam na memória
da minha porta.
O relógio, em vez de avé Marias,
chora badaladas.
Doze.
Devagar, apagam-se
os ruídos da cidade.
Luzes piscam despedidas
nas janelas entreabertas.
Cada sombra
sabe exatamente onde se deitar.
Aninha-se o silêncio no dia adormecido.
Os medos também precisam de descansar…
Boa noite.
Boa noite Romi
ResponderEliminar"As sombras sabem exactamente onde se deitar" tenta-me perigosamente ao plágio...
Nunca resista a uma tentação. Depois partilhe. Eu ia adorar.
ResponderEliminarBom dia. Beijinho.
À noite, a memória não dorme, o sono é um disfarce.
ResponderEliminarNoite tranquila, amiga ROMI!
Beijinhos
Noite tranquila, querido José. Beijinhos.
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