Conversa com os meus botões...
A reler...
Isto não é desarrumação. A Aidinha não concorda comigo...
Adorei este documentário. Secretamente, tenho um fascínio pela excentricidade que caracteriza alguns pintores. Disse fascínio? Queria dizer inveja...
Agora vou jantar, encomendei uma pizza. O resto do serão vai ser passado a ouvir música. Tomara que chova...
Pizza? De quê?
ResponderEliminarTudo menos vegetariana!
Anda par cá que te guardo uma fatia (risos). Bacon, azeitonas e cogumelos....
ResponderEliminarPor aqui chove e bem.... e tenho um pãozinho de passas quase a sair do forno
ResponderEliminarBeijinho, boa noite!
Pãozinho de passas quentinho, troco pela pizza.
ResponderEliminarBeijinho
Está a chover!
ResponderEliminarChuva abençoada, minha tentativa
de olho algum, folha virada
sobre a página trinta e um.
Beijinho, boa noite Romi
(...) bendita solidão.
ResponderEliminarE que trinta e um, meu amigo.
Beijinho.
boas leituras, um feliz desarrumação nem arrumadinha na minha opinião, uma eterna Piaf, e uma pizza, ora muito bem
ResponderEliminarA chuva dispensava alguma e o vento também, por cá chove e muito bem
Abraço cúmplice
Abraço retribuído com a cumplicidade do costume...
ResponderEliminarEstá a chover!
ResponderEliminarBom dia, querida ROMI.
Beijinhos
ResponderEliminarDia feliz!
E choveu!
ResponderEliminarNinguém escreve sem desarrumação. Não há, para mim, nada melhor que uma montanha de livro à espera que eu os pegue, escolhendo.
ResponderEliminarQuanto à escolha musical, Excelente.
Um excelente dia, Romi.
Bom dia, querido José. Aqui chove pouco.
ResponderEliminarPara ti também, obrigada
ResponderEliminarMas poucachinho
ResponderEliminarOs livros muito arrumadinhos não cumprem função. Concordo consigo.
ResponderEliminarDia feliz.
Diz à Aidinha que essa é uma arrumação desarrumada, mas muito feliz!
ResponderEliminarPor aqui ainda choveu um bocado!
ResponderEliminarSim, mas não foi aquele serão com chuva à séria.
ResponderEliminarEu digo-lhe, mas ela continua a refilar como se não houvesse amanhã.
ResponderEliminarEu sofro muito (risos)
Beijinho
Curioso. Notas soltas:
ResponderEliminarA reler: Recordei o Verlaine. "Como um brigue perdido nas ondas do mar, a minha lama persegue um naufrágio maior." Ou algo de muito semelhante. Não estou ao lado da minha biblioteca para ir confirmar, mas não anda longe.
Desarrumação: Efetivamente, não é. É estilo de vida.
Documentário: A excentricidade habita me cada um de nós. Faz parte da nossa natureza mais íntima. Se lhe metemos grilhões, ou não, depende de cada um.
Edith Piaf: Acompanho. Só dispensava a pizza. Que o Patife é de outros apetites.
;)
"A Angústia
ResponderEliminarNada em ti me comove, Natureza, nem
Faustos das madrugadas, nem campos fecundos,
Nem pastorais do Sul, com o seu eco tão rubro,
A solene dolência dos poentes, além.
Eu rio-me da Arte, do Homem, das canções,
Da poesia, dos templos e das espirais
Lançadas para o céu vazio plas catedrais.
Vejo com os mesmos olhos os maus e os bons.
Não creio em Deus, abjuro e renego qualquer
Pensamento, e nem posso ouvir sequer falar
Dessa velha ironia a que chamam Amor.
Já farta de existir, com medo de morrer,
Como um brigue perdido entre as ondas do mar,
A minha alma persegue um naufrágio maior."
Paul Verlaine, in "Melancolia"
- Obrigada por me dar a conhecer Paul Verlaine.
O poema que releio pertence ao livro "Depois", do grande escritor, com vasta obra publicada, João Afonso Machado. Recomendo vivamente.
Quanto à desarrumação, nem é propriamente estilo de vida. Eu estava a ver um documentário onde eram abordados obras e pintores cujos nomes e livros constam da minha "biblioteca" (isto é a minha mania das grandezas), tive de confirmar a informação, daí tudo espalhado no sofá. A Aidinha é a senhora que trata da minha casa às quartas e eu de véspera tenho de fazer uma arrumação exaustiva, para ela não ralhar comigo. Falha-me sempre qualquer coisa, a última foi uma maçã fora do prazo de validade no frigorifico. ...
Salvem-se os grilhões e saia uma pizza gourmet para o sr. Patife.
Lamenta-se a "lama" no lugar da "alma". Terá sido um acto falhado e o Patife tem a alma na lama? Tema para reflexão. "Depois" de João Afonso Machado. O Patife adora recomendações e não se afasta de nada sem ter a certeza que nada tem a aprender com isso e porque fica contente por partilhar livros e autores, como Verlaine. A mente do Patife vai adicionar mais um livro à sua biblioteca, sem mania das grandezas, pois se a mania não é grande, a biblioteca pessoal é maior. A ideia de fazer arrumação exaustiva para a sua Aidinha não ralhar com a senhorita é maravilhoso. Podia ser um conto do Gogol. A minha "Aidinha" tem de arrumar enquanto me ouve a fazer humor e trocadilhos. Não ajuda na produtividade nem na arrumação, mas divirtimo-nos muito. ;)
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