ATÉ SEMPRE...
Numa amnésia infinita de reencontro e despedida é num abraço que procuro a linha ténue que separa a sanidade da loucura.
Há abraços que perfumam... Há abraços que não se repetem... que ficam para trás, numa estação de comboio qualquer e apetece ir buscá-los.
Há abraços que são uma saudade imensa... que se escrevem com a palavra distancia. Há abraços que escorrem como se fossem lágrimas...
Há abraços em que me abraço e apresiono para não esquecer...
Foi num abraço que me perdi... num abraço de até já que eu traduzi até sempre...
Mas não chorei na despedida ...
Continuo presa num tempo e num dia que tinha sido diferente dos outros. Nesse dia todos os que morreram foram para o céu e o mundo ficou da cor que eu gosto.
imagem pinterest
Minha amiga, estou a minutos de ser coberto de lama e molestado por uma massagem dita Vichy, veja lá.
ResponderEliminarTudo isto debaixo da impressão que o seu escrito me causou.
Aqui chove, a condizer.
Um abraço
Ó meu amigo (ler em tom trágico), como poderei remediar tal? Deixo como consolo: a chuva, certamente, lavará essa lama com que o querem trucidar. Ninguém merece.
ResponderEliminarPela lama me arrastarei, caso tenha direito a essa massagem Vichy (angel face)
Aqui nem chove nem faz sol, mas há um abraço retribuído.
Aguardo a selfie com a lama, não me falhe.
Nos abraços despedem~se os corpos, nos beijos os sentidos.
ResponderEliminarBom dia, Romi
Beijinhos
Essa não sabia, vou registar.
ResponderEliminarBeijinho, dia feliz, José.
adoro! são tantos e tão poucos. não quero revelar-me, o palco é teu. és tão linda! deixo-te um abraço de gratidão.
ResponderEliminarNunca sabemos quando é o último, por isso dar sempre como seja o último.
ResponderEliminarUm abraço
Um abraço apertadinho querida Romi! Uma escrita tão tocante!
ResponderEliminarBelo abraço.
ResponderEliminarO palco é de todos. Obrigada, mesmo, amiga.
ResponderEliminarBeijinhos
Uma abraço
ResponderEliminarObrigada, amiga linda.
ResponderEliminarAbracinho pertadinho
Sinto-me abraçada por estas palavras.
ResponderEliminarBeijinho, e boa noite!
Um abraço para ti
ResponderEliminarAquele abraço (de Gilberto Gil) e todos os abraços que nos tocam, mesmo sem música.
ResponderEliminarDesculpa, saiu anónimo, mas sabes que sou eu. Beijinhos
ResponderEliminarNormalmente sem música, diria eu. Com ou sem, é a maior manifestação de afecto.
ResponderEliminarNoite feliz.
Um abraço é um beijo com as mãos.
ResponderEliminarMuitos abraços.
Abraço apertado
ResponderEliminarLindíssimo e muito sincero! Um abraço, querida ROMI, e continua a escrever e a partilhar🧡🍀🌷
ResponderEliminarUm abraço, ou o abraço é das manifestações mais importantes, senão a mais importante, entre seres humanos e não só.
ResponderEliminarEste seu texto fez-me lembrar esses abraços perdidos para sempre, mas também me fez recordar o recente tempo que passámos (pandemia) em que um simples abraço era algo tão inatingível.
Muito obrigado Romi pela partilha.
Obrigada pelo incentivo, querida amiga. Tu também és uma fonte de inpiração.
ResponderEliminarBeijinhos
Foi a parte mais difícil da pandemia, meu amigo.
ResponderEliminarEu é que agradeço a visita e o comentário.
Boa semana.
(Ai, ai. Mas quem deu autorização para te ausentares? Eheheh - Fica bem.)
ResponderEliminarIa jurar que te tinha pedido, mas pronto....
ResponderEliminarPara a semana volto em pleno, tenho cá umas melguinhas a passar férias comigo (eu não estou de férias, injustiça), vão embora no domingo. Depois vou cuscar tudinho e azucrinar-te. Beijinhos