Deserto de mim...

Num gosto infinito,
pelas areias mornas da praia,
corro, árida,
dos gestos que colapsam,
como gaivota desvairada
num efémero deserto de mim…
Sem oásis,
sem o teu nome,
sem final feliz

Num gosto infinito,
pelas areias mornas da praia,
corro, árida,
dos gestos que colapsam,
como gaivota desvairada
num efémero deserto de mim…
Sem oásis,
sem o teu nome,
sem final feliz
À oásis que são a meta.
ResponderEliminarOutros, ponto de descanso.
Vai continuar sempre Romi.
Beijinho
Beijinho, João Afonso.
ResponderEliminarPraias com areias mornas, um paraíso para visitantes.
ResponderEliminarBoa noite, querida amiga ROMI.
Beijinhos
Um verdadeiro paraíso.
ResponderEliminarBeijinho, meu querido Amigo José.