"Vemo-nos em Agosto"...
Já li livros suficientes de Gabriel Garcia Marquez para o considerar um amigo. Não o reconheci em "Vemo-nos em Agosto". Possivelmente por faltar aquele toque deliciosamente desconcertante e ímpar com que costuma desarrumar as frases e me cativa. Talvez volte demasiadas vezes a "Cem Anos de Solidão" e busque um paralelo em todos os livros que leio dele, com o objetivo de matar saudades. Cheguei a duvidar que tivesse sido escrito por ele (às vezes tenho a mania que sou esperta), não reconheci a tal escrita inconfundível que é referida no prólogo do livro e em todas as críticas que li. Mas estou convencida, foi escrito por ele e só por isso vale a pena ler.


Gosto do seu poder analítico e da sua crítica. Talvez goste mesmo mais do que do GGM e não sei se lerá isto como uma heresia ou um elogio besuntado. Mas não é uma coisa nem outra, acredite.
ResponderEliminarUm beijinho Romi.
Ainda não li. Confesso que tenho medo de ficar desiludida...
ResponderEliminarLá está, são estes comentários desarrumados que me cativam.
ResponderEliminarIrremediavelmente cativada, acredite.
Um beijinho, João Afonso.
Não desilude, mas como as expectativas são tão altas sabe a pouco. Li-o num serão.
ResponderEliminarLê e depois partilha a tua opinião. Beijinho, querida Ana.
Está na lista de livros para trazer estas férias.
ResponderEliminarDepois dá feedback, gostava de ter outras opiniões.
ResponderEliminarTinhas de ter lido em agosto.... talvez fizesse a diferença
ResponderEliminarBeijoquinhas!!!
(Perdida de riso)
ResponderEliminarEm Agosto releio, fica prometido.
Beijinho grande
Os escritores só escrevem um livro, os outros são cópias, cuja tinta, o papel ou a impressora podem já não estar em bom estado.
ResponderEliminarBeijinhos, Romi!
Aqui pode aplicar-se essa metáfora. Por ser uma obra póstuma levantou-me dúvidas, mas já as dissipei, tive de me render com quem sabe.
ResponderEliminarBeijinho, José.
Olá querida Romi!
ResponderEliminarPois essa leitura de serão foi exactamente a mesma, assim como as dúvidas que referes, mas que se dissipam na leitura, foi GGM que escreveu, mas no fim o pensamento é o de que por talvez por isso mesmo GGM não o tenha publicado, são todos esses pequenos, grandes pontos que enumeras.
No entanto algo fica como positivo, a capacidade inequívoca de contar uma história, a facilidade com que escreve e descreve a relação íntima, sem recorrer ao vulgar, e, a ideia que ficou de que os editores também tem lapsos ( e agora estou eu a armar-me em esperta )
Mas, ainda assim, quem me dera escrever como GGM neste Agosto ou em qualquer outro.
Beijinhos e mil Xi dos nossos
Olá, querida Mafalda
ResponderEliminarAqui para nós, que ninguém nos ouve, ainda duvido um bocadinho (xiuuuuu), e aquelas "provas" do documento passado a word e com anotações dos editores, ainda me levantaram mais suspeitas. E não reconheci o meu Gabo, ele é pouco sensato. Há frases que não lhe consigo atribuir: pag. 18, ultimo parágrafo "...superar a humilhação de comer sozinha(...)". Nos Cem Anos de Solidão, as pessoas morriam porque se esqueciam de comer, quem mata pessoas à fome jamais achará humilhante comer sozinho (risos). Mas pronto, vou fingir que acredito que foi ele. Acho que teve a ideia, deu tópicos e outros remendaram
Beijinhos e infinitos xi s dos nossos
Concordo com a tua perspicaz observação
ResponderEliminarMais beijinhos e milhões de Xi querida Romi
Também tenho paixão pelos livros do GGM, mas quem leu este foi a minha filha e deu-me o recado que não preciso de ter presa em ler, por ser morno e ficar aquém do que estamos habituadas. Com a quantidade de livros que tenho para ler, não vou com certeza a correr, mas um dia será.
ResponderEliminarBeijinhos
Caso venhas a ler, diz qualquer coisa, só para saber se partilhas da minha dúvida.
ResponderEliminarBeijinho, boa semana