Agustina Bessa Luís...
Este mês li vários livros de autores que já conhecia, mas também me estreei com Rita Ferro e Agustina Bessa Luís, duas autoras que conhecia apenas de referência, mas que nunca tinha lido.
Gosto de Edgar Wallace, no entanto, não consegui chegar a meio de O Homem que Sabia; abandonei a leitura sem culpa. Há livros que, por muito que gostemos do autor, não nos agarram.
Rita Ferro lê-se bem. Não é maçuda e o enredo de As Mulheres Não Choram é quase um déjà-vu. Uma leitura descontraída, simples e sem grandes sobressaltos.
Agustina, em Fanny Owen, não me surpreendeu, porque não esperava menos. A elegância das palavras, a mestria da narrativa, a forma como constrói e conduz a história... Sem sombra de dúvida, isto é mesmo literatura.
Resumindo: Rita Ferro entretém, para desacelerar. Agustina Bessa Luís desafia e permanece. E, naturalmente, já encomendei mais dois livros dela, A Sibila e A Dama do Paço. Porque há autores que lemos e outros que queremos continuar a descobrir.

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