CEM ANOS DE SOLIDÃO ...
Cem Anos de Solidão, Gabriel Garcia Márquez. Não foi, de todo, o livro que mais gostei de ler deste autor. Mas foi o que mais gostei de ter lido. Por vezes muito maçudo e confuso, para mim. Quase recorri à árvore genealógica que descobri na net. Sim, eu sou burra, nem essa me ajudou muito. Mas tem passagens hilariantes e frases deliciosas como esta "(...) pareciam aranhiços e garatujas, e que na primorosa caligrafia de Melquíades pareciam peças de roupa penduradas a secar num arame.(...)"
Vale mesmo a pena ler. E sim, eu sou dessas que riscam os livros...


E faz muito bem em riscar os livros, é sinal que foram lidos e anotados com aquilo que se considera mais importante para quem o lê.
ResponderEliminarParece que temos alguns autores em comum, este é mais um.
Concordo que talvez não seja o melhor livro de GGM, mas é mais um de um ampla e importante obra.
Gostei de ler "O General no seu Labirinto" e o tão conhecido "O Amor nos Tempos da Cólera".
Continuação de boas leituras, e aqui fica uma dica; leia "Eternidade" desse autor esquecido, Ferreira de Castro, sobre quem Agustina Bessa-Luís disse: «Assim são os livros de Ferreira de Castro: como uma árvore que amamos, de muito a ter absorvido na paisagem e no lugar da nossa vida.»
Acredito que vai gostar desse ou de um qualquer dele.
É, de facto, um dos maiores vultos da literatura portuguesa.
Li esses que referiu do MGM e mais uns quantos. Do Ferreira de Castro li "A Selva" e "A Tempestade". Concordo consigo, é um escritor fantástico, lê-se de um folego. Fiquei curiosa com "Eternidade", vou tentar na Bertrand ou Fnac. Por norma compro em feiras, promoções ou segunda mão e nem sempre aparece o que procuramos.
ResponderEliminarGrata pelas sugestões.
Bom fim de semana.
Grato pela partilha!
ResponderEliminarBomfim-de-semana!
Beijinhos
Obrigada, beijinhos.
ResponderEliminarBom fim de semana.
Gostei muito de "Cem anos de solidão".
ResponderEliminarA personagem Úrsula está bem construída e, excelentemente, desenvolvida.
Amália canta "Foi Deus" e Gabriel escreve: "Foi Úrsula", foi ela que criou Macondo e é ela que liga todas as pequenas histórias do livro.
A única sobrevivente de seis gerações. Hilariante, usar os quatro sentidos para disfarçar a cegueira. Aliás, o livro recheado de situações que só os grandes ousariam imaginar. As artimanhas para não se esquecerem de comer, o cigano Melquíades, a febre da banana, etc.. Mas ouve partes que li na diagonal, confesso.
ResponderEliminarDo mesmo escritor "A Incrível e Triste História da Cândida Eréndira e da Sua Avó Desalmada", "Ninguém Escreve ao Coronel" e "Memórias das Minhas Putas Tristes", igualmente bons. Recomendo.
Boa tarde e obrigada pelo comentário.