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"Guia do Viajante Prudente Rumo às Terras Ermas." Ler ou não ler, eis a questão...

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    Fim de tarde, uma mulher chega a casa e dirige-se à cozinha. Tudo indica que vai começar a fazer o jantar. Ouve um barulho. Inclina-se para trás, espreita à janela, a cortina balança ligeiramente. "É o vento!", pensa ela. Continua tranquilamente a fazer o jantar.   O narrador entra em cena e diz: "E se por acaso não for o vento?" É então que surge uma figura medonha, com um punhal em riste, encostada à parede, por detrás do frigorífico. - Era este o trailer de um filme na Netflix. Tentador, mas eu também atribuo os ruídos estranhos ao vento e não me quero deixar influenciar e ficar com medo. Claro que não vi. Longe vai o tempo em que via um filme de terror e dormia, à noite, de janela aberta para ver as estrelas. Já aqui referi que tenciono fazer uma longa viagem de comboio. Estou-me a preparar, consultando tudo quanto é sites, blogs de viagens, comboios e afins. Até estou a tirar um curso intensivo de espanhol. Por experiência própria, é o povo que tem mais dif...

Deixei de fumar. Parece-me... (parte II)

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Meu Deus, vou ficar rica! Pensei. E, de imediato, me imaginei  vestida de amarelo, com um chapéu de abas largas da mesma cor, a desinquietar o senhor Ambrósio porque me apetecia tomar algo.  Deixei de fumar. Pelo menos já não fumo há cinco meses. Jamais saberei se é para a vida toda. A última tentativa não correu muito bem. Desta vez, a musa inspiradora foi uma longa viagem de comboio. Não, não é no Expresso  Oriente. Para ficar a um preço suportável, teria de integrar um grupo de pelo menos cinco pessoas. Cruzes credo! Quem gosta de viajar sozinho percebe-me. É uma simples viagem de comboio pela Europa. Para quem fuma, viajar é sempre stressante, mesmo que as viagens sejam curtas. De avião a alternativa é escolher voos com escala e não cortar as unhas nos dois meses antecedentes.  Viajar. Foi isso que me levou a deixar de fumar e, até agora, com sucesso. Tenho mais saudades dos meus momentos com o cigarro do que do cigarro em si.  Não fiquei rica. Nem ganhei mais paladar, olfato, pele...

Eu prometo não cumprir...

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Votos para 2024   Prometo: 1. Não comprar mais livros 2. Não misturar queijo da Ilha com chocolate 3. Não fazer birras 4. Não sair com  amigas(os) 5. Não beber café 6. Não fumar 7. Não dar nome às coisas 8. Não azucrinar o Zizzi 9. Não amuar 10. Andar sempre com o telemóvel atrás 11.Não viajar 12. Não andar à chuva 13. Não procrastinar 14. Não dar abraços 15.Não vestir só preto e branco   Quebrar todas as promessas torna-se a única regra inflexível. Que o vosso ano de 2024 seja uma sinfonia de surpresas e risos, com uma pitada de desobediência bem intencionada. Brindemos...     Foto do meu álbum "Por aí..."

Pelos trilhos do crepúsculo…

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Gosto de tirar fotos das janelas dos transportes, quando viajo.  Há muito que não fazia uma viagem longa de comboio. Não devia ter viajado ao entardecer, chega uma hora em que a janela, outrora moldura para pinturas em movimento, transforma-se em espelho, refletindo-me, em detrimento da beleza imensa.  Fica o registo de cenários que desaparecem tão rapidamente quanto surgem. A metáfora da minha vida. O rio e a paisagem, as minhas musas involuntárias. 

CURIOSIDADES...

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Curiosidades: Global Village, no Dubai, uma feira onde está representado um bocadinho de todo o mundo. De Portugal tem os pastéis de nata, os leite Ucal as francesinhas, pastéis de bacalhau, pão de ló de Ovar, o café Nicola e um electrico de Lisboa.     fotos do meu albúm viagens 

POR ALI E ACOLÁ...

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  Primeira etapa das férias, visitar sítios já visitados, ficar nos mesmos hotéis. É quase como regressar a casa, quase como  visitar a família. Uma regra,  nunca me demorar. Assim solta, sem redes sociais. O telemóvel  para registar momentos e lugares já trilhados, só. A tentação de ousar fazer uma cópia fiel dos registos, para depois comparar. Mas isso daria muito trabalho e são férias.   Segunda etapa, conhecer locais novos. Para ter mais casas a que regressar. Como quem tem família a visitar, assim de fugida...