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Uma questão de estatuto...

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  Tirana International Airport Nënë Tereza (TIA) Um dos bares do aeroporto “não sei das quantas”. Uma fila enorme. Nunca hei-de perceber porque é que as pessoas não levam farnel no avião, já que a comida que lhes é servida a bordo não as satisfaz. Depois, quem só quer uma simples garrafinha de água, um singelo café, sofre horrores à espera de ser atendido e, claro, quando chega a vez, já sente a fome a transmutar-se numa irritabilidade gratuita, daquelas que nos deixam o humor num estado de alerta vermelho. Alguém me chama a atenção para algo. Cá conversas, digo logo, em inglês, messóri não sepico inglis. A minha amiga, perdida de riso, diz que o senhor me está a falar em português. Pronto, tinha de ser. Se estou em Portugal, ninguém fala comigo, nem para perguntar as horas. Põe-se um pé em ramo verde e aparece logo um compatriota, feliz e contente por ouvir falar o nosso vernáculo. Que maçada. Já não basta  prescindir de uma sandes de courato em troca de um burek seco, ainda tenho ...

Visita a ABU DHABI

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Abu Dhabi é a capital dos Emirados Árabes Unidos. Um país que por razões particulares está no meu coração.  O meu roteiro: -Mesquita de Abu Dhabi (Sheikh Zayed Grand Mosque de Abu Dhabi) -Fish Market - -Al Ras Al Akhdar ( Praia privada) Visita ao mercado do peixe, grande variedade. Escolhemos o peixe pretendido, pedimos como queremos confecionado e aguardamos num bar onde nos é servido segundo a nossa escolha. Visitar a Mesquita obedece a certas particularidades: Se a nossa roupa for formal, por exemplo, fato saia casaco (saia abaixo do joelho), só precisamos tapar a cabeça. Se não for o caso, é-nos disponibilizada uma túnica preta, para as senhoras, branca para os homens, que teremos de devolver à saída. O momento caricato, quando um gorila (segurança) se dirige a mim, em passos largos, e a deitar fumo pelas narinas e depois me diz carinhosamente que tenho a ponta dos cabelos à mostra (franja). Pois, não pode ser. Que falha a minha. Como se o meu cabelo não tivesse vida própria, enfim...

Por aí...

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A Torre da polémica, na Covilhã. Inacabada há mais de 40 anos. Falou-se que iria ser demolida, felizmente, e ao que parece, vai ser remodelada. E ainda bem. Desde miúda que é o meu farol, quando a avisto, por norma do comboio, já sei que estou perto. Habituei-me a sabe-la ali, é ali que quero que esteja.    Para mim, Covilhã é uma aldeia grande. Simpática, afável,  em constante evolução e com um nascer do sol fantástico.  As fotos, tiradas em horas e ângulos ligeiramente diferentes. Captadas com o telemóvel, da janela de um quarto andar. A vista, a estação dos comboios.